Measurement-Based Care

Qual instrumento usar? Um mapa de sinais clínicos e instrumentos validados para o Cuidado Baseado em Mensuração

Qual instrumento usar? Um mapa de sinais clínicos e instrumentos validados para o Cuidado Baseado em Mensuração

Um mapa prático para escolher instrumentos validados conforme os sinais clínicos que aparecem no atendimento e precisam ser acompanhados ao longo do tempo.

Natália Mattioli Abatti

10 minutos

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Quando uma demanda nova chega ao consultório, antes de escolher qualquer técnica, existe uma decisão prática a tomar, a de o que vale a pena acompanhar ao longo do tratamento. A queixa quase nunca chega organizada num quadro fechado, e a pergunta que aparece é qual instrumento ajudaria a observar aquele processo com o tempo. Este texto tenta organizar essa decisão, ligando sinais clínicos comuns aos instrumentos validados que costumam acompanhá-los dentro de um ciclo de Cuidado Baseado em Mensuração, do jeito que descrevo no guia completo de MBC. Antes de qualquer lista, porém, vale um aviso, porque é fácil ler um mapa desses como receita, e não é disso que se trata.

Por que esse mapeamento não é receita

Um sinal clínico não é um diagnóstico, e um instrumento não se confunde com aquilo que ele mede. Quando eu digo que sinais depressivos costumam ser acompanhados pelo PHQ-9, não estou dizendo que toda pessoa que pontua alto tem depressão, nem que o escore decide a conduta. Estou dizendo que, uma vez que a sua leitura clínica aponta para aquele território, existe um instrumento de uso livre, validado, breve o bastante para sustentar uma cadência, que ajuda a observar a evolução daquele quadro ao longo do tratamento.

A direção da decisão importa. É a sua hipótese clínica que seleciona o instrumento, e não o contrário, porque deixar um questionário definir para onde olhar inverte a ordem do raciocínio. Muitos desses instrumentos são de rastreio, o que significa que sinalizam a necessidade de uma avaliação mais cuidadosa, sem nunca fechá-la. Esse é, aliás, o critério que a HumanTrack segue, de IA e dado como copiloto clínico e nunca como quem diagnostica no lugar da profissional, em linha com a Resolução CFP 003/2007 e a Nota Técnica 01/2022.

Por isso, leia o que vem abaixo como um ponto de partida que ainda passa pelos quatro critérios que detalho em como escolher instrumentos para MBC, e não como uma correspondência automática entre queixa e escala.

Sinais depressivos

Quando o quadro central envolve humor deprimido, perda de interesse, alterações de sono, energia e apetite, o instrumento mais direto de acompanhamento costuma ser o PHQ-9. São nove itens que avaliam a presença de cada sintoma de episódio depressivo nas últimas duas semanas, com validação para a população geral brasileira (Santos et al., 2013), e a vantagem prática de ser curto e de uso livre, o que o torna fácil de repetir a cada poucas semanas sem pesar na rotina.

Há casos em que o sofrimento é mais amplo do que um sintoma isolado, e aí uma medida transdiagnóstica funciona melhor para acompanhar a tendência geral. A CORE-OM, com seus trinta e quatro itens organizados em bem-estar, problemas e sintomas, funcionamento e risco, acompanha sofrimento e mudança sem amarrar a um quadro específico, tem adaptação para o português brasileiro e também é de uso livre (Evans et al., 2002; Santana et al., 2015). Ela cruza bem com o PHQ-9, porque junta um olhar mais amplo a uma medida mais específica.

A BDI-II, o Inventário de Depressão de Beck, é provavelmente o instrumento de depressão mais conhecido da formação, e é uma escala consagrada. No entanto, que ela é um instrumento proprietário, de uso restrito e mediante licença paga a cada aplicação que você iria realizar. Para sustentar a cadência de um MBC sem atrito de licenciamento, o PHQ-9 e a CORE-OM cobrem essa leitura com uso livre. E um cuidado que evita um engano comum é rastrear histórico de hipomania antes de assumir uma depressão unipolar, algo que um instrumento como o HCL-32 ajuda a sinalizar.

Sinais ansiosos

Para sintomas de ansiedade generalizada, preocupação excessiva, tensão e inquietação, o GAD-7 é o acompanhamento mais usado. São sete itens de sintomas ansiosos das últimas duas semanas, com versão validada para o português brasileiro e boa consistência interna (Moreno et al., 2016), de novo breve e de uso livre, o que combina com cadências mais altas. A BAI, o Inventário de Ansiedade de Beck, aparece com frequência na clínica, mas, como a BDI-II, é proprietária e de uso restrito, então fica como referência conhecida, não como opção de uso livre para o ciclo.

Há um ponto que muda a escolha nas demandas ansiosas, porque em boa parte delas o que move o quadro não é só a intensidade do sintoma, mas o modo como a pessoa lida com a própria experiência interna. Quando o trabalho caminha nessa direção, faz sentido medir processo, e não apenas sintoma. O CFQ-7 acompanha a fusão cognitiva, esse estado em que a pessoa fica tomada pelo conteúdo literal do próprio pensamento, em sete itens (Gillanders et al., 2014), e o AAQ-II acompanha a evitação experiencial, ou inflexibilidade psicológica, também em sete itens, com estudo psicométrico em amostra brasileira (Berta-Otero et al., 2022). São medidas que conversam com abordagens contextuais e captam o processo, não apenas a intensidade do sintoma. Quando os sinais puxam para o espectro obsessivo-compulsivo, que costuma andar perto da ansiedade, um rastreio focado como o OCI-R ajuda a delimitar melhor o quadro.

Sinais traumáticos

Diante de história de exposição a evento traumático com sintomas de reexperiência, evitação, alterações de humor e cognição e hiperexcitação, o instrumento de referência para acompanhar sintomas de estresse pós-traumático é o PCL-5. São vinte itens que avaliam os sintomas de TEPT segundo os critérios B, C, D e E do DSM-5, com adaptação transcultural para o contexto brasileiro (Lima et al., 2016). Ele foi desenvolvido pelo National Center for PTSD do Departamento de Assuntos de Veteranos dos Estados Unidos para uso na população geral, o que o torna de acesso livre, e serve tanto para sinalizar casos prováveis quanto para acompanhar a intensidade dos sintomas ao longo do tratamento. Como qualquer rastreio, ele aponta a necessidade de uma avaliação clínica cuidadosa, e não substitui essa avaliação.

Indicadores de neurodivergência (rastreio inicial)

Esta seção pede um cuidado extra, porque é onde o risco de confundir rastreio com diagnóstico é maior. Um escore de triagem de neurodivergência sinaliza que vale investigar com método, e nada além disso, já que o diagnóstico de autismo e/ou tdah, por exemplo, em adultos é um processo clínico cuidadoso, multifatorial, que nenhum questionário fecha sozinho. Tratar um instrumento desses como veredito é justamente o tipo de uso que a lógica de copiloto clínico existe para evitar.

Como rastreio breve, o AQ-10 reúne dez itens pensados para funcionar como um sinalizador de encaminhamento para avaliação especializada. No estudo de desenvolvimento, a versão adulta com ponto de corte 6 teve sensibilidade de 0,88 e especificidade de 0,91 (Allison et al., 2012), e cabe registrar que a literatura mais recente levanta limitações psicométricas do instrumento na população geral (Taylor et al., 2020), o que reforça lê-lo como porta de entrada, e não como medida fina de traços. Detalho a aplicação no guia completo do AQ-10. Quando se quer uma cobertura mais ampla, o RAADS-R, com oitenta itens, foi validado internacionalmente como apoio ao diagnóstico de TEA em adultos (Ritvo et al., 2011), embora a normatização para o português brasileiro ainda seja limitada, ponto que trato no material sobre o RAADS-R.

Os mesmos cuidados valem para o rastreio de TDAH no adulto, que costuma aparecer quando sinais de desatenção, inquietação e dificuldade de organização persistem desde cedo. Um dos instrumentos mais usados é a ASRS-18, a escala de autorrelato de TDAH no adulto da Organização Mundial da Saúde, com dezoito questões sobre os sintomas do quadro e uma versão curta de seis itens voltada ao rastreio (Kessler et al., 2005), com adaptação para o português brasileiro (Mattos et al., 2006). Ela sinaliza quando vale aprofundar e não fecha diagnóstico, ainda mais num quadro cujos sintomas se confundem com ansiedade, alterações de humor e sono, o que torna a avaliação clínica e o diagnóstico diferencial indispensáveis.

Sinais de impulsividade e desregulação

Quando a queixa gira em torno de agir sem pensar, dificuldade de planejamento e baixa tolerância à espera, a Escala de Impulsividade de Barratt acompanha bem esse tipo de queixa. A BIS-11 tem trinta itens que avaliam a impulsividade em dimensões como atenção, motora e não planejamento, e conta com dados normativos brasileiros a partir de uma amostra de mais de três mil adultos, com a observação técnica de que a versão brasileira se comporta melhor num sistema de dois fatores do que na estrutura original de três (Malloy-Diniz et al., 2015). Os percentis nacionais ajudam a situar o escore de uma pessoa em relação à população, e abordo a leitura no guia da BIS-11.

A impulsividade costuma vir acompanhada da dificuldade de regular a própria emoção, e para isso a DERS é a medida mais usada. São trinta e seis itens organizados em seis fatores, da não aceitação das respostas emocionais à falta de clareza e ao acesso limitado a estratégias de regulação, com versão brasileira de boa consistência interna (Cancian et al., 2019). Ela é particularmente útil quando o foco do trabalho é a regulação emocional como processo, e não apenas o comportamento impulsivo como desfecho.

Comportamento alimentar e adições (mapeamento breve)

Há quadros em que a demanda principal é de comportamento, e o mapeamento aqui é mais curto de propósito, porque cada um desses campos tem literatura própria. Para sinais de dependência alimentar, com perda de controle e padrão compulsivo em torno da comida, existe a versão brasileira da mYFAS 2.0, um rastreio construído sobre critérios do DSM-5, que mostrou boa consistência interna em amostra brasileira e correlação com a impulsividade medida pela BIS-11 (Nunes-Neto et al., 2018). Para uso de álcool e outras substâncias, instrumentos breves de rastreio da família do AUDIT, de uso livre, cumprem o papel de sinalizar quando aprofundar. Em todos esses casos a lógica é a mesma das seções anteriores, a de um rastreio que abre uma investigação, e você encontra esses e outros instrumentos organizados na Biblioteca de Instrumentos.

Quando combinar instrumentos faz sentido

O MBC mais bem feito raramente se apoia num instrumento só, porque um número isolado quase sempre conta menos do que dois números lidos juntos. Combinar costuma fazer sentido quando você quer cruzar planos diferentes do caso, somando uma medida de sintoma, como o PHQ-9, a uma medida de processo, como o AAQ-II, e a uma leitura ampla de funcionamento, como a CORE-OM. Também faz sentido quando o contexto da demanda pede um recorte específico, e aí entra algo como a Job Stress Scale (JSS) para mapear estresse ocupacional ao lado do acompanhamento de sintomas, quando o sofrimento está ligado ao trabalho.

O limite dessa combinação é a sustentabilidade. Mais instrumentos não significam mais informação útil, porque uma bateria longa demais cansa a pessoa, derruba a adesão e produz dado que ninguém revisa. A regra prática que uso é escolher o menor conjunto que responda às perguntas clínicas vivas naquele momento, com cadência viável, e revisar essa escolha conforme o caso anda. Os quatro critérios de seleção que organizam essa decisão estão em como escolher instrumentos para MBC.

A HumanTrack e a escolha do instrumento por demanda

Esse mapeamento de sinais e instrumentos vira decisão prática quando você tem onde consultar e como aplicar sem atrito. A Biblioteca de Instrumentos reúne mais de 200 instrumentos validados, com a página de cada um pra comparar antes de aplicar, e quando o caso é menos óbvio, a HumanTrack deixa você descrever a demanda pra Ferramenta de Indicação de Instrumentos sugerir as escalas com justificativa clínica, mantendo a escolha final com quem conhece o caso.

A Artemi, a inteligência clínica treinada pro contexto de saúde mental, segue depois cruzando os instrumentos e lendo a evolução ao longo do tempo, como copiloto e sem fechar diagnóstico.

Você pode criar uma conta gratuita e testar essa indicação. Pra afinar a decisão com critério, vale o texto sobre como escolher instrumentos para MBC.

Perguntas frequentes

Posso usar a BDI-II ou a BAI no meu acompanhamento de MBC?

Você pode usá-las dentro das regras de uso restrito, já que são instrumentos proprietários, com licença paga e acesso limitado a psicólogas. Mas o ponto deste artigo é outro. Para sustentar um ciclo regular sem atrito de licenciamento, alternativas de uso livre como o PHQ-9, o GAD-7 e a CORE-OM cobrem leituras equivalentes de gravidade e de sofrimento.

O AQ-10 ou o RAADS-R servem para diagnosticar autismo?

Não. Eles são instrumentos de rastreio e de apoio ao diagnóstico, o que significa que sinalizam a necessidade de uma avaliação clínica cuidadosa e multifonte, sem fechá-la. O diagnóstico é um processo clínico, e um escore de triagem é uma porta de entrada para ele, nunca o seu fim.

Quantos instrumentos devo usar por paciente?

O menor conjunto que responda às perguntas clínicas daquele caso com uma cadência que se sustente. Combinar uma medida de sintoma com uma de processo ou de funcionamento amplo costuma render mais do que empilhar escalas que depois não são revisadas.

Referências

Allison, C., Auyeung, B., & Baron-Cohen, S. (2012). Toward brief "red flags" for autism screening: The Short Autism Spectrum Quotient and the Short Quantitative Checklist for Autism in toddlers in 1,000 cases and 3,000 controls. Journal of the American Academy of Child & Adolescent Psychiatry, 51(2), 202-212.e7. https://doi.org/10.1016/j.jaac.2011.11.003

Berta-Otero, T., Barceló-Soler, A., Montero-Marin, J., Maloney, S., Pérez-Aranda, A., López-Montoyo, A., Salvo, V., Sussumu, M., García-Campayo, J., & Demarzo, M. (2022). Experiential avoidance in primary care providers: Psychometric properties of the Brazilian "Acceptance and Action Questionnaire" (AAQ-II) and its criterion validity on mood disorder-related psychological distress. International Journal of Environmental Research and Public Health, 20(1), 225. https://doi.org/10.3390/ijerph20010225

Cancian, A. C. M., de Souza, L. A. S., Silva, V. H. P. e, Machado, W. de L., & Oliveira, M. da S. (2019). Psychometric properties of the Brazilian version of the Difficulties in Emotion Regulation Scale (DERS). Trends in Psychiatry and Psychotherapy, 41(1), 18-26. https://doi.org/10.1590/2237-6089-2017-0128

Evans, C., Connell, J., Barkham, M., Margison, F., McGrath, G., Mellor-Clark, J., & Audin, K. (2002). Towards a standardised brief outcome measure: Psychometric properties and utility of the CORE-OM. The British Journal of Psychiatry, 180(1), 51-60. https://doi.org/10.1192/bjp.180.1.51

Gillanders, D. T., Bolderston, H., Bond, F. W., Dempster, M., Flaxman, P. E., Campbell, L., Kerr, S., Tansey, L., Noel, P., Ferenbach, C., Masley, S., Roach, L., Lloyd, J., May, L., Clarke, S., & Remington, B. (2014). The development and initial validation of the Cognitive Fusion Questionnaire. Behavior Therapy, 45(1), 83-101. https://doi.org/10.1016/j.beth.2013.09.001

Kessler, R. C., Adler, L., Ames, M., Demler, O., Faraone, S., Hiripi, E., Howes, M. J., Jin, R., Secnik, K., Spencer, T., Ustun, T. B., & Walters, E. E. (2005). The World Health Organization Adult ADHD Self-Report Scale (ASRS): A short screening scale for use in the general population. Psychological Medicine, 35(2), 245-256. https://doi.org/10.1017/S0033291704002892

Lima, E. de P., Vasconcelos, A. G., Berger, W., Kristensen, C. H., Nascimento, E. do, Figueira, I., & Mendlowicz, M. V. (2016). Cross-cultural adaptation of the Posttraumatic Stress Disorder Checklist 5 (PCL-5) and Life Events Checklist 5 (LEC-5) for the Brazilian context. Trends in Psychiatry and Psychotherapy, 38(4), 207-215. https://doi.org/10.1590/2237-6089-2015-0074

Malloy-Diniz, L. F., de Paula, J. J., Vasconcelos, A. G., de Almondes, K. M., Pessoa, R., Faria, L., Coutinho, G., Costa, D. S., Duran, V., Coutinho, T. V., Corrêa, H., Fuentes, D., Abreu, N., & Mattos, P. (2015). Normative data of the Barratt Impulsiveness Scale 11 (BIS-11) for Brazilian adults. Brazilian Journal of Psychiatry, 37(3), 245-248. https://doi.org/10.1590/1516-4446-2014-1599

Mattos, P., Segenreich, D., Saboya, E., Louzã, M., Dias, G., & Romano, M. (2006). Adaptação transcultural para o português da escala Adult Self-Report Scale para avaliação do transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH) em adultos. Revista de Psiquiatria Clínica, 33(4), 196-201. https://doi.org/10.1590/S0101-60832006000400004

Moreno, A. L., DeSousa, D. A., Souza, A. M. F. L. P. de, Manfro, G. G., Salum, G. A., Koller, S. H., Osório, F. de L., & Crippa, J. A. S. (2016). Factor structure, reliability, and item parameters of the Brazilian-Portuguese version of the GAD-7 questionnaire. Temas em Psicologia, 24(1), 367-376. https://doi.org/10.9788/TP2016.1-25

Nunes-Neto, P. R., Köhler, C. A., Schuch, F. B., Quevedo, J., Solmi, M., Murru, A., Vieta, E., Maes, M., Stubbs, B., & Carvalho, A. F. (2018). Psychometric properties of the modified Yale Food Addiction Scale 2.0 in a large Brazilian sample. Brazilian Journal of Psychiatry, 40(4), 444-448. https://doi.org/10.1590/1516-4446-2017-2432

Ritvo, R. A., Ritvo, E. R., Guthrie, D., Ritvo, M. J., Hufnagel, D. H., McMahon, W., Tonge, B., Mataix-Cols, D., Jassi, A., Attwood, T., & Eloff, J. (2011). The Ritvo Autism Asperger Diagnostic Scale-Revised (RAADS-R): A scale to assist the diagnosis of Autism Spectrum Disorder in adults: An international validation study. Journal of Autism and Developmental Disorders, 41(8), 1076-1089. https://doi.org/10.1007/s10803-010-1133-5

Santana, M. R. M., Silva, M. M., Moraes, D. S., Fukuda, C. C., Freitas, L. H., Ramos, M. E. C., Fleury, H. J., & Evans, C. (2015). Adaptação transcultural para o português brasileiro do instrumento CORE-OM. Trends in Psychiatry and Psychotherapy, 37(4), 227-231. https://doi.org/10.1590/2237-6089-2015-0002

Santos, I. S., Tavares, B. F., Munhoz, T. N., Almeida, L. S. P. de, Silva, N. T. B. da, Tams, B. D., Patella, A. M., & Matijasevich, A. (2013). Sensibilidade e especificidade do Patient Health Questionnaire-9 (PHQ-9) entre adultos da população geral. Cadernos de Saúde Pública, 29(8), 1533-1543. https://doi.org/10.1590/0102-311X00144612

Taylor, E., Livingston, L., Clutterbuck, R., & Shah, P. (2020). Psychometric concerns with the 10-item Autism-Spectrum Quotient (AQ10) as a measure of trait autism in the general population. Experimental Results, 1, e3. https://doi.org/10.1017/exp.2019.3

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